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Quando fazemos esta pergunta às pessoas que nos procuram para aprender Inglês, frequentemente recebemos como resposta “o meu nível de Inglês é zero” ou ainda “é abaixo de zero”.

Claro que esses níveis não existem enquanto tal – nem sequer dá para considerar níveis negativos – mas percebemos facilmente que quem responde assim, na maioria das vezes, não conhece o seu nível real de Inglês, não sabe na prática o que é capaz de fazer na utilização do idioma. Aliás, são poucas as pessoas que conhecem verdadeiramente até que ponto dominam as Línguas que dizem dominar. Apesar disso, a maioria de nós afirma peremptoriamente esse domínio no CV, colocando muitas vezes níveis que não correspondem à realidade.

O Inglês, como qualquer outra competência, pode ser aprendido e desenvolvido, mas depois de desenvolvido pode também ser “desaprendido” e tornar-se menos “elástico”. Portanto, como qualquer outra competência, o grau de elasticidade com que utilizamos o idioma varia largamente, num espectro que chamamos de níveis de proficiência.

No fundo, os níveis de proficiência representam vários degraus de uma mesma escada, que podemos subir e descer continuamente, com diferentes ritmos e velocidades (na verdade… com um ritmo muito próprio, que é só nosso). E a Língua enquanto competência tem sido um dos principais objectos de estudo nesta questão dos níveis de proficiência, sempre na procura de um entendimento comum sobre os conhecimentos, habilidades e atitudes envolvidas em cada degrau.

Porque é que isto é importante?

Ao longo do tempo, os profissionais envolvidos nas áreas da Linguística têm percebido que sem um adequado diagnóstico, ou seja, sem a identificação do ponto de partida (ainda que aproximado), é difícil definir objectivos e estratégias, traçar percursos de evolução, criar conteúdos adequados, estabelecer metodologias de avaliação funcionalmente fiáveis, entre muitos outros desafios.

Por outro lado, se o domínio do Inglês é cada vez mais utilizado como critério de selecção em muitas situações – tanto em termos profissionais como a nível académico – torna-se imperioso ter um sistema de classificação que, de uma forma mais objectiva e justa, permita comparar o que cada pessoa é capaz de fazer face ao que é esperado, posicioná-la relativamente à média e até fazer um paralelismo com o seu desempenho noutras Línguas.

Saber de onde vimos é meio caminho andado para descobrir para onde queremos ir e onde é que conseguimos potencialmente chegar. No próximo artigo vamos introduzir na nossa discussão o conceito de nível potencial (que é diferente de nível real) e perceber de que forma podemos medir e definir os vários níveis de proficiência.

Qual o seu nível potencial de Inglês? Faça o nosso teste de nível e descubra.

Nota: caso pretenda receber uma análise personalizada do resultado do seu teste de nível deverá enviar-nos o seu nome e email, pois de outra forma receberá apenas o resultado genérico sem interpretação.

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