Escolas tradicionais, escolas modernas. Cursos online, canais do Youtube. Professores particulares, experiências imersivas. Apps, apps e mais apps. Actualmente, quando decidimos aprender Inglês, a oferta é tão grande que o mais provável é desistirmos na primeira pesquisa no Google.

 

1. Como é que escolho o melhor método para aprender Inglês?

Se esta é a pergunta que não quer calar na sua mente desde Janeiro, quando escreveu “Aprender Inglês” nas suas resoluções de ano novo, estão este artigo é para si.

Experimente digitar no maior motor de busca da Internet os termos ‘aprender ingles’. Provavelmente até já o fez… e talvez seja por isso que está a ler este nosso artigo. Pois é… aparecem, literalmente, centenas de milhões de referências. Se substituir ‘ingles’ por ‘inglês’ este número desce para as dezenas de milhões (não que ajude muito).

É perfeitamente possível que a enorme oferta de soluções para desenvolver o seu Inglês esteja a dificultar mais do que a ajudar e que isso esteja a fazer com que adie, mais uma vez, a decisão de que tanto foge. Talvez não saiba que está a fugir, mas nós sabemos… e que queremos ajudar. Porque é que queremos ajudar? Porque sabemos que isso lhe causa um certo “sofrimento”, uma sensação de que falta alguma coisa, não é? A verdade é que, quer escolha o TEA ou outra qualquer solução, o que queremos mesmo é que escolha, e que seja feliz com essa escolha.

Agora que está feita a primeira pergunta, é importante que encontre em si a resposta para as outras 4.

 

2. Qual o meu propósito em aprender Inglês?

Existem muitas razões para querermos desenvolver as nossas competências linguísticas em Inglês. Qual é a sua? Será que é conseguir um emprego, mudar de emprego ou crescer no seu emprego actual? Será que precisa do Inglês para emigrar? Pretende estudar, trabalhar ou viver num país que não fala Português? Ou será que não tem nada a ver com motivos profissionais? É apenas para satisfação pessoal, para ter mais confiança quando viaja, por pura diversão? Para que quer, realmente, o Inglês? Responder a isso vai automaticamente reduzir uma série de opções.

3. Que objectivo(s) quero alcançar nesse processo?

De que nível é que vai começar? Onde é que quer chegar? Que tipo de proficiência quer/precisa de ter? Já dizia o gato à Alice que “para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”. Isto também é válido para si que procura o melhor método para atingir o seu objectivo mas não sabe bem que objectivo é esse. Das dezenas de milhões de referências que pode encontrar no Google, algumas não são soluções, outras são soluções muito válidas, mas nem todas são solução para o que precisa. Comece por definir o que pretende alcançar, de uma forma específica, objectiva e realista. Circunscreva depois essas metas num intervalo temporal, tendo em conta o seu ponto de partida → O nosso teste de nível pode ajudar.

4. Que recursos tenho disponíveis?

Quando falamos de recursos, existem dois que valorizamos mais enquanto investimento: tempo e dinheiro. E não poucas vezes, investir no seu Inglês vai exigir-lhe ambos, portanto tem que perceber se é numa escala aceitável para si. Qual o tempo que tem disponível? Agora, com toda a sinceridade: quanto desse tempo é que está disposta a dedicar a este processo? São coisas diferentes, não são? O mesmo se aplica ao dinheiro. Não queira “dar um passo maior do que a perna” e gaste apenas de acordo com aquilo que pode efectivamente gastar. Investir em competências é um aspecto fundamental e pode realmente exigir um esforço extra na gestão do seu orçamento, mas isso não significa que tenha de se endividar.

5. Quem tipo de pessoa sou eu?

Esta é a pergunta que serve (ou deve servir) de pano de fundo a todas as outras. Quando procura a melhor solução para aprender Inglês, deve ter em conta a pessoa que é como um todo, como globalidade: a sua personalidade, os seus gostos, os seus interesses, os seus conhecimentos prévios, a sua forma de aprender, os seus medos, os seus desafios, as suas vitórias. Quais são os limites da sua zona de conforto e até onde está disposto a ceder fora desse espaço. A Língua é um organismo vivo, o veículo da comunicação humana com um forte peso social e cultural, por isso ela desenvolve-se e nós nos desenvolvemos com ela. Uma solução para aprender Inglês só é realmente solução quando ela respeita e de alguma forma se ajusta à nossa natureza.

 

Já alguma vez tinha pensado nisso? Tem feito estas perguntas na sua busca pelo método mais eficaz para aprender Inglês? Existem outras que considere importantes nesta análise? Partilhe connosco a sua opinião nos comentários. 

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